quinta-feira, 6 de setembro de 2012

A Independência do Brasil

Independência do Brasil: processo histórico culminado com a proclamação de Dom Pedro I.

Independência do Brasil: processo histórico culminado com a proclamação de Dom Pedro I.

 
A independência do Brasil, enquanto processo histórico, desenhou-se muito tempo antes do príncipe regente Dom Pedro I proclamar o fim dos nossos laços coloniais às margens do rio Ipiranga. De fato, para entendermos como o Brasil se tornou uma nação independente, devemos perceber como as transformações políticas, econômicas e sociais inauguradas com a chegada da família da Corte Lusitana ao país abriram espaço para a possibilidade da independência.

A chegada da Família Real Portuguesa ao Brasil foi episódio de grande importância para que possamos iniciar as justificativas da nossa independência. Ao pisar em solo brasileiro, Dom João VI tratou de cumprir os acordos firmados com a Inglaterra, que se comprometera em defender Portugal das tropas de Napoleão e escoltar a Corte Portuguesa ao litoral brasileiro. Por isso, mesmo antes de chegar à capital da colônia, o rei português realizou a abertura dos portos brasileiros às demais nações do mundo.

Do ponto de vista econômico, essa medida pode ser vista como um primeiro “grito de independência”, onde a colônia brasileira não mais estaria atrelada ao monopólio comercial imposto pelo antigo pacto colonial. Com tal medida, os grandes produtores agrícolas e comerciantes nacionais puderam avolumar os seus negócios e viver um tempo de prosperidade material nunca antes experimentado em toda história colonial. A liberdade já era sentida no bolso de nossas elites.

Para fora do campo da economia, podemos salientar como a reforma urbanística feita por Dom João VI promoveu um embelezamento do Rio de Janeiro até então nunca antes vivida na capital da colônia, que deixou de ser uma simples zona de exploração para ser elevada à categoria de Reino Unido de Portugal e Algarves. Se a medida prestigiou os novos súditos tupiniquins, logo despertou a insatisfação dos portugueses que foram deixados à mercê da administração de Lorde Protetor do exército inglês.

Essas medidas, tomadas até o ano de 1815, alimentaram um movimento de mudanças por parte das elites lusitanas, que se viam abandonadas por sua antiga autoridade política. Foi nesse contexto que uma revolução constitucionalista tomou conta dos quadros políticos portugueses em agosto de 1820. A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil à condição de colônia.

Os revolucionários lusitanos formaram uma espécie de Assembleia Nacional que ganhou o nome de “Cortes”. Nas Cortes, as principais figuras políticas lusitanas exigiam que o rei Dom João VI retornasse à terra natal para que legitimasse as transformações políticas em andamento. Temendo perder sua autoridade real, D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho, Dom Pedro I, como príncipe regente do Brasil.

A medida ainda foi acompanhada pelo rombo dos cofres brasileiros, o que deixou a nação em péssimas condições financeiras. Em meio às conturbações políticas que se viam contrárias às intenções políticas dos lusitanos, Dom Pedro I tratou de tomar medidas em favor da população tupiniquim. Entre suas primeiras medidas, o príncipe regente baixou os impostos e equiparou as autoridades militares nacionais às lusitanas. Naturalmente, tais ações desagradaram bastante as Cortes de Portugal.

Mediante as claras intenções de Dom Pedro, as Cortes exigiram que o príncipe retornasse para Portugal e entregasse o Brasil ao controle de uma junta administrativa formada pelas Cortes. A ameaça vinda de Portugal despertou a elite econômica brasileira para o risco que as benesses econômicas conquistadas ao longo do período joanino corriam. Dessa maneira, grandes fazendeiros e comerciantes passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I à líder da independência brasileira.

No final de 1821, quando as pressões das Cortes atingiram sua força máxima, os defensores da independência organizaram um grande abaixo-assinado requerendo a permanência e Dom Pedro no Brasil. A demonstração de apoio dada foi retribuída quando, em 9 de janeiro de 1822, Dom Pedro I reafirmou sua permanência no conhecido Dia do Fico. A partir desse ato público, o príncipe regente assinalou qual era seu posicionamento político.

Logo em seguida, Dom Pedro I incorporou figuras políticas pró-independência aos quadros administrativos de seu governo. Entre eles estavam José Bonifácio, grande conselheiro político de Dom Pedro e defensor de um processo de independência conservador guiado pelas mãos de um regime monárquico. Além disso, Dom Pedro I firmou uma resolução onde dizia que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia.

Essa última medida de Dom Pedro I tornou sua relação política com as Cortes praticamente insustentável. Em setembro de 1822, a assembleia lusitana enviou um novo documento para o Brasil exigindo o retorno do príncipe para Portugal sob a ameaça de invasão militar, caso a exigência não fosse imediatamente cumprida. Ao tomar conhecimento do documento, Dom Pedro I (que estava em viagem) declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga.

Por Rainer Sousa
Graduado em História

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Melhorias na sala do da sala do Nível V

Como muitos devem ter notado a sala Nível V da nossa escola passou por uma pequena mudança, ganhando um novo piso de cerâmica. Diante disso alguns podem perguntar: mas por que só o Nível V ganhou o novo piso?

O fato do Nível V ter ganhado o novo piso está em acordo com o objetivo que a equipe da nossa escola tinha atribuído para renda do nosso João Pedro, que reservava parte daquela para melhoria da sala de aula da rainha vencedora, ou seja, o Nível V.

Utilizamos 500,00 R$ para compra da cerâmica. A mão de obra foi cedida pelo Vice-Diretor Severino, que possui conhecimentos na área de construção, e o diretor Thiago Costa, que lhe auxiliou como servente. 


Ajuda do companheiro Severino foi de uma significância inestimável, pois permitiu um amortecimento de cerca de 350,00 R$ no valor total da obra.

OUTRAS MELHORIAS

A Escola Municipal Severina Brito da Silva também tem passado por outras melhoras que vão beneficiar todos os seus alunos.

Graça ao empenho da nossa equipe gestora (Diretor Thiago Costa, Vice-Diretor Severino, Supervisor Damião, Supervisora Margareth), do professor da sala de informática (Nivanildo), do amigo Ronaldo Carlos e da parceria da secretária municipal de educação, Profª Ana Maria, conseguimos viabilizar os recursos para por em funcionamento o laboratório de informática.

Uma outra parte da renda do nosso João Pedro foi empregada no forro da sala de recursos multimídia, a qual também ganhará um aparelho de ar condicionado que será compro com recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE).

Portanto, estamos fazendo tudo o que está ao nosso alcance para concretizar o maior dos nossos objetivos, que é fazer com que a nossa escola seja cada vez mais um espaço de aprendizagem, prazer e satisfação para todos os alunos.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Prestação de contas do nosso joão Pedro




RECEITAS

DESPESAS

Nível IV
110,00
Sup. Zezinho dias das mães e João Pedro
283,50
Nível V “A”
244,00
Concerto d. Impressora
200,00


Reparo de cartucho de impressora
20,00
Nível V “B”
72,00
Complemento do aluguel do som
50,00
1º ano
32,00
Compra do cabo de microfone
40,00
2º ano
78,00
Leite para comidas juninas
10,50
3º ano
66,00
Compras de papel celofane
6,00
4º ano
116,00
Nata , Fortplast
22,00
5º ano
62,00
Cristiano (cerimonialista)
10,00
6º ano
118,00
Joan (animador da quadrilha)
50,00
7º ano
54,00
2 pilhas p/relógio da secretaria
1,50
8º ano
12,00
Material para lancheiras
35,00
9º ano
32,00


Funcionários
340,00


Portaria
72,00


Comidas/pescaria
767


Doações
10,00


Total
2275,50
Total
728,50

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Só sucesso no arraial da Severina Brito


No último dia 29 de junho, sexta feira passada, a Escola Municipal Severina Brito da Silva, realizou o seu João Pedro.

O primeiro evento junino da nova gestão da referida escolar já pode ser considerado um sucesso. Muita comida de milho, quadrilhas e outras apresentações culturais realizadas pelos alunos e que abrilhantaram a nossa festa.
Em breve estaremos disponibilizando – nesse blog, no mural da escola e em reuniões escolares – a prestação de contas do nosso João Pedro.

Confira, abaixo, as fotos da nossa grande festa junina.